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Uivos ancestrais

Os lobos fazem parte da mitologia de uma grande quantidade de povos da terra. Em muitas regiões deste planeta acompanharam a gestação da civilização humana, e foram vítimas deste processo que os levou até o perigoso terreno da ameaça de extinção. O lobo, também conhecido nos doutos livros de biologia como "cannis lupus", pertence à classe mamífera, ordem carnívora, família dos cânidos.

Em um tempo distante, os lobos foram mamíferos de êxito. Podiam ser encontrados todo o planeta, com exceção dos trópicos. Mas sua sorte mudou nas mãos dos humanos, que invadiram seu hábitat e o caçaram por considerá-lo um predador perigoso. Durante os últimos anos proliferaram os apelos à conservação dos lobos, o que implica reduzir os conflitos entre o aumento de sua população e os humanos. Há três espécies de lobos: cinza, vermelho e etíope (ou abissínio). Também há um lobo identificado como "ibérico" que vive nessa região da Terra, e, inclusive, um na América do Sul, chamado Aguará Guazú.

O lobo é um animal social, que vive em manadas onde destaca-se a cooperação. Esta característica muitas vezes passa despercebida. Por outro lado, quase todos conhecem seu profundo uivo, um som associado à noite e, com freqüência, ao tenebroso. A fascinação gerada pelos lobos é evidente. Inspirou lendas e novelas clássicas, como Canino Branco, de Jack London. E, em tempos ciberespaciais, o tema dos canis lupus também inunda a Internet.

Portal: Centro Internacional do Lobo (em inglês)
Portal: O mundo dos lobos (em inglês)
O Lobo (em português)
Lobo sul-americano: Aguará Guazú (em português, espanhol e inglês)
Signatus: O lobo ibérico (em espanhol)
Lobos (em espanhol)
Lobo, canis lupus (em espanhol)
Nova: Lobos selvagens (em inglês)
IUNC: Lobo etíope
Canino Branco (em inglês)

O outro reino

Os fungos desafiam as hipóteses simples porque não são plantas, nem tampouco animais. Sua existência está classificada dentro de uma categoria pouco conhecida mas muito povoada: o Reino Fungi, matéria de estudo da micologia.

Segundo informação disponível na Internet, trata-se de uma família muito ampla, que inclui, fora os fungos mais óbvios, parentes como trufas, leveduras e, inclusive, alguns esporões. Já existem cerca de 70 mil espécies descritas, e no total podem chegar a aproximadamente 1,5 milhão em todo o planeta.

Um dos sites dedicados a este mundo retrata muito bem esta família: "os fungos podem curar ou causar doenças, determinam quais plantas crescem em seu terreno ou nas florestas e evitam que nos afoguemos no lixo. Alguns fungos têm um sabor espetacular e outros podem matá-lo".

A diversidade desta família está na Internet, onde abundam os informações sobre o tema, incluindo vastos diretórios. Basta escrever uma palavra-chave, como "micologia", para que apareçam centros de estudo acadêmico, sites dedicados à medicina (por exemplo, a dermatologia), outros de profunda vocação gastronômica, alguns relatando a história de sua descoberta por parte da ciência, além de outros sobre jardinagem. Tudo serve para mostrar que se trata de uma extensa linhagem, com uma importância decisiva para a vida tal como a conhecemos.

Tudo sobre fungos (em espanhol)
Diretório - Virtual Library: Micologia (em inglês)
Fungi: taxonomia e biologia (em inglês)
Fungos: o mundo escondido (em espanhol)
Tesouros do reino dos fungos, fotos (em inglês)
Micoteologia; fungos e magia (em inglês)
Fungos: uma voz do passado (em inglês)
Associação Latino-Americana de Micologia (em espanhol)
Mycotaxon: publicação científica (em inglês)

Asas sutis

As borboletas enfeitam o ecossistema deste planeta com uma aparente fragilidade que costuma estar acompanhada pela graça de seu vôo e pelos desenhos de suas asas, em alguns casos verdadeiramente impactantes.

Dentro das classificações da biologia, as borboletas pertencem à ordem das lepidópteras, que dividem com seus parentes: as mariposas e as traças, que nos sites web em inglês são agrupadas em uma única palavra: moth. Estima-se que existam cerca de 20 mil espécies de borboletas e aproximadamente 150 mil de mariposas e traças.

As borboletas cativam tanto por sua aparência quanto por seu processo vital. São o resultado de um processo de transformação conhecida como metamorfose, que implica passar por quatro estados diferentes: o ovo, a centopéia, a crisálida e, por fim, o inseto alado. Uma boa parte das borboletas pode viver dias ou semanas, e, algumas, meses. E as mais velozes podem superar os 50km/h em seus vôos.

O mundo das borboletas tem numerosos seguidores, algo que salta à vista ao navegar pela Internet. Na rede há portais, museus, galerias de fotos, instituições de pesquisas, diretórios dedicados a esse inseto. E, por certo, numerosos sites comerciais que indicam como fazer um criadouro de borboletas.

Portal: o site das Borboletas (em inglês)
Borboletas do Norte e do Sul (em espanhol)
Museu Borboletas do Mundo (em espanhol)
Lepidóptera.net (em espanhol)
Diretório: o website das Borboletas (em inglês)
Galeria: fotos de Borboletas (em inglês)
Zona de Borboletas: sobre sua criação (em inglês)
Mundo de Borboletas em Edimburgo (em inglês)
Borboletas 2000 (em inglês)
Borboletas do Brasil (em português)
Olhando de Perto (em português)

 


 

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Crédito: National Park Service/Freestockphoto.com
Crédito: National Park Service/Freestockphoto.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Crédito: Eduardo Sabal
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Crédito: Eduardo Sabal
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